GRUPO GESTORES HOTELEIROS DIVULGA NOTA DE REPÚDIO AO PL 3.788/25 EM MINAS GERAIS

O Grupo Gestores Hoteleiros manifesta publicamente seu repúdio ao Projeto de Lei 3.788/25, que tramita na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e prevê que as diárias em hotéis do estado sejam fixadas em 24 horas corridas, a partir do momento de chegada do hóspede. Embora a proposta possa parecer benéfica à primeira vista para os consumidores, na prática ela traria impactos negativos severos para a operação hoteleira, para os trabalhadores do setor e até mesmo para a qualidade da experiência dos próprios hóspedes. Por que o setor é contra o PL 3.788/25? IMPACTO NA GESTÃO OPERACIONAL O modelo atual, adotado no Brasil e em praticamente todo o mundo, estabelece a entrada do hóspede em horário padrão (12h ou 14h) e a saída no dia seguinte (11h ou 12h). Esse intervalo é essencial para a higienização, troca de enxovais, inspeção e manutenção dos quartos. Com a obrigatoriedade de 24 horas corridas, o tempo de preparo entre uma hospedagem e outra seria eliminado, comprometendo a organização operacional e elevando riscos sanitários. RISCO À SAÚDE E AO BEM-ESTAR DO HÓSPEDE O intervalo entre uma saída e outra não é mera formalidade, mas necessidade prática de segurança e qualidade. Sem ele, aumenta o risco de entrega de quartos em condições inadequadas, prejudicando a experiência, a saúde e a satisfação do cliente. Assim, a medida que supostamente beneficiaria o consumidor poderia ter efeito contrário. DESCONEXÃO COM PRÁTICAS GLOBAIS A hotelaria internacional adota, em média, diárias de até 22 horas por hospedagem, exatamente para garantir a excelência do serviço. O PL 3.788/25 ignora esse padrão mundial e cria uma regra desalinhada da realidade do setor. MOBILIZAÇÃO DO SETOR O Grupo Gestores Hoteleiros reforça que a medida é desconexa, impraticável e prejudicial para a cadeia da hospitalidade em Minas Gerais. Por isso, convoca profissionais, empresários e representantes do trade turístico a registrarem seu repúdio oficial à proposta. 📌 O link para manifestação está disponível aqui: https://chng.it/DCsRd4Xs7m “Estamos defendendo não apenas os interesses do setor, mas também a qualidade da experiência do cliente, que seria diretamente afetada. A hotelaria precisa de regras que respeitem sua dinâmica operacional e assegurem o bem-estar do hóspede”, destaca a entidade. SOBRE O GRUPO GESTORES HOTELEIROS O Grupo Gestores Hoteleiros reúne profissionais experientes e comprometidos com a excelência da hotelaria nacional, atuando como voz ativa em defesa de práticas sustentáveis, seguras e alinhadas com os padrões globais do setor. Até o momento da finalização deste conteúdo, já foram registradas 465 assinaturas contrárias ao projeto, demonstrando a união do setor em defesa da boa prática hoteleira. “Estamos defendendo não apenas os interesses do setor, mas também a qualidade da experiência do cliente, que seria diretamente afetada. A hotelaria precisa de regras que respeitem sua dinâmica operacional e assegurem o bem-estar do hóspede”, destaca a Maarten Van Sluys, que é criador do Grupo Gestores Hoteleiros. By Grupo Gestores Hoteleiros Foto: Freepik
Mabu Intelligent Data – a nova era de decisões estratégicas do Grupo Mabu

O Grupo Mabu acaba de dar um passo decisivo rumo ao futuro da hotelaria com o lançamento do Mabu Intelligent Data, um centro de inteligência de negócios que promete redefinir a forma como a empresa coleta, interpreta e utiliza informações para gerar valor. O movimento está totalmente alinhado ao novo posicionamento do Grupo Mabu, que tem como missão fortalecer laços e conectar pessoas. Mais do que um armazenamento de informações, o Mabu Intelligent Data é um ecossistema que integra tecnologias avançadas, inteligência artificial e análises preditivas para entregar dados de maneira rápida, precisa e acessível. A proposta é transformar a cultura interna, tornando-a cada vez mais orientada, com impacto direto nas decisões estratégicas, operacionais e comerciais. “Dados são o novo petróleo. Ou seja, a análise inteligente é a refinaria que transforma esse recurso em valor real para o negócio”, explica o Diretor de Tecnologia & SCM (Serviços Compartilhados Mabu), Jorge Della Via Junior. “Além de potencializar a performance das áreas core do negócio, o Mabu Intelligent Data cria oportunidades concretas de geração de receita incremental e redução de custos operacionais, ao identificar padrões, antecipar demandas e otimizar recursos com base em dados precisos e em tempo real. Um farol alto mostrando o que vem pela frente”, acrescenta o gerente de DTI, Yuri Floriani. Adryan Hoffmann, Analista Administrativo de Processos, que vem participando ativamente da iniciativa, ressalta que o diferencial está em mergulhar na sua complexidade, aplicar as regras de negócio e refinar tudo com inteligência. “O resultado são insights que transformam decisões em um produto com valor real e mensurável”. A iniciativa se apoia em métodos como dashboards, relatórios interativos, processos de ETL automatizados, bancos de dados integrados a múltiplos sistemas, plataformas web, agentes autônomos e inteligência artificial aplicada à análise de dados. O resultado é uma base sólida para decisões, com impacto significativo em áreas como marketing, vendas e tecnologia. Para o Marketing, segundo João Biancardi, isso significa mais granularidade na estratégia, com uma gestão data driven somos mais certeiros e eficientes em cada ação. A expectativa é alcançar resultados consistentes, como por exemplo, campanhas mais assertivas, desenvolvimento de novos recursos alinhados às necessidades reais dos clientes e avanços significativos nas áreas de CRM — adotando uma abordagem com maior integração de dados, personalização de comunicações, automação de processos e fortalecimento do relacionamento ao longo de toda a experiência do cliente. “A jornada do cliente é o coração do nosso negócio. Nesse sentido, a iniciativa nos permite entender profundamente cada etapa, criando experiências personalizadas que fortalecem a nossa marca e encantam em cada detalhe”, finaliza o CEO dos Hotéis Mabu e do Blue Park, Luciano Motta. By Conceito Foto: Divulgação
Conheça os finalistas do Prêmio Vitrine do Turismo Responsável 2025

Iniciativa tem objetivo de reconhecer experiências que integram as dimensões social, ambiental, cultural e econômica O turismo responsável no Brasil está cada vez mais vivo e pulsante, sendo guiado por pessoas, comunidades e organizações que acreditam em um futuro mais justo, sustentável e humano. Para valorizar essas iniciativas e dar a elas a visibilidade que merecem, o Prêmio Vitrine do Turismo Responsável tem como objetivo reconhecer experiências que integram as dimensões social, ambiental, cultural e econômica, sempre respeitando os direitos humanos, a diversidade e os princípios da sustentabilidade. Recebemos 72 inscrições de projetos de norte a sul do Brasil, comprovando a riqueza e a diversidade de ações que promovem o turismo como ferramenta de transformação positiva. Depois de um processo criterioso de avaliação, temos a alegria de anunciar os 15 finalistas do Prêmio Vitrine do Turismo Responsável 2025: Usina de Arte A Usina de Arte é um exemplo de turismo responsável que integra conservação ambiental, cultura e economia local. Com seu Jardim Botânico, promove educação ambiental e regeneração da flora, enquanto eventos culturais como o Festival Usina Gastro fortalecem a identidade e a economia da comunidade. Turismo de Base Comunitária na Comunidade Indígena Kauwê O Turismo de Base Comunitária na Comunidade Indígena Kauwê oferece uma vivência única unindo natureza, cultura e tradição. A Rota do Café artesanal mostra todo o processo de produção sustentável do café e outras culturas, enquanto os visitantes participam de trilhas ecológicas, degustam a culinária makuxi, aprendem saberes ancestrais e vivenciam rituais como pinturas corporais com urucum. Quase Nativa A Quase Nativa – Expedição Amazônia Paraense promove o turismo de base comunitária no Pará, integrando cultura, ancestralidade e sustentabilidade em roteiros que valorizam saberes locais. Com oficinas de capacitação e parcerias estratégicas, fortalece pescadores, artesãos, guias e anfitriões. Caminho do Recôncavo da Guanabara Caminho do Recôncavo da Guanabara é uma rota de 110 km que conecta comunidades tradicionais, áreas de Mata Atlântica e patrimônios culturais no entorno da Baía de Guanabara (RJ). Instituto Santa Cruz O Instituto Santa Cruz impulsiona o turismo religioso e comunitário no sertão baiano, tendo como destaque a Romaria da Sagrada Família, que há 24 anos reúne milhares de visitantes. Com projetos como trilhas pedagógicas e pomar comunitário, promove educação ambiental, cultura e economia criativa. Aldeia do Leão – Experiência Viva A Aldeia do Leão – Experiência Viva é uma iniciativa de turismo sustentável na Chapada das Mesas (MA) que une saberes indígenas, educação ambiental e práticas agroecológicas. Com trilhas, oficinas, vivências culturais e gastronomia ancestral, fortalece a identidade timbira e promove inclusão social, conservação ambiental e geração de renda local. Expedição Katerre Ecoturismo LTDA A Expedição Katerre realiza, desde 2004, roteiros fluviais pelo Rio Negro e seus afluentes em parceria com comunidades ribeirinhas, explorando áreas como o Parque Nacional de Anavilhanas. Com embarcações confortáveis e vivências conduzidas por guias locais, alia turismo, conservação ambiental e valorização cultural. Casa de Paixão Caraíva A Casa de Paixão Caraíva promove turismo responsável no vilarejo mais antigo do Brasil, no sul da Bahia, integrando práticas sustentáveis com valorização da comunidade Pataxó. Com gestão consciente de recursos e incentivo a produtores locais, oferece experiências autênticas que fortalecem cultura, modos de vida e conservação ambiental. Governança Comunitária e Gestão do PNMART na Serra dos Alves Na Serra dos Alves (Itabira/MG), o turismo desordenado trouxe desafios à comunidade, que em 2019 criou o Instituto Bromélia para preservar sua cultura, patrimônio e meio ambiente. Desde então, a gestão comunitária impulsiona o turismo sustentável, mantém estruturas locais, coordena o Centro de Atendimento ao Turista, a brigada florestal e a UC Municipal PNMART, fortalecendo a proteção socioambiental do território. Tambores e Quilombo da Liberdade O Tambores e Quilombo da Liberdade valoriza a cultura afrodescendente no bairro Liberdade, em São Luís (MA), território marcado pela resistência negra e por ricas manifestações culturais como o bumba-meu-boi e o tambor de crioula. Transformado em roteiro turístico com protagonismo comunitário, promove visibilidade, geração de renda e justiça cultural Desvendando Macaé O Desvendando Macaé atua desde 2016 com roteiros pedagógicos e eco-histórico-culturais que valorizam memórias indígenas, afro-diaspóricas e quilombolas, promovendo um olhar decolonizado da história. Reconhecido nacionalmente, já impactou mais de 60% das escolas municipais com projetos que unem turismo, educação patrimonial e ambiental. Turismo de Base Comunitária no Quilombo Kalunga – Comunidade Engenho II O Turismo de Base Comunitária no Quilombo Kalunga transformou a realidade da comunidade em Cavalcante (GO), na Chapada dos Veadeiros. Iniciado há 25 anos, o turismo deixou de ser uma atividade complementar para se tornar a principal fonte de renda local, valorizando a cultura quilombola e as belezas naturais, como a famosa Cachoeira Santa Bárbara. Comuni Culturi A Comuni Culturi é um micro empreendimento que atua no turismo comunitário, transformando vidas e fortalecendo iniciativas locais na Bahia. Por meio de oficinas, consultorias e conexões com o trade turístico, capacita comunidades, fomenta parcerias justas e oferece roteiros culturais e experiências imersivas. Mova Experiências A Mova Experiências conecta viajantes a comunidades tradicionais do Maranhão, oferecendo vivências que valorizam o patrimônio biocultural local. Em parceria com quilombolas, pescadores, caiçaras e povos de terreiros, promove ecoturismo de base comunitária, fortalecendo cultura, sustentabilidade e a economia local de forma responsável. Turismo de Base Comunitária em Sirinhaém: uma vivência autêntica com as Marisqueiras de Aver-o-Mar O Turismo de Base Comunitária em Sirinhaém valoriza o saber ancestral das marisqueiras de Aver-o-Mar (PE), que transformaram a coleta de mariscos em experiências imersivas para os visitantes. Unindo cultura, gastronomia e preservação dos manguezais, a iniciativa fortalece a identidade local e gera renda sustentável. Essas iniciativas mostram que o turismo responsável vai muito além da atividade econômica: ele gera oportunidades, fortalece identidades, valoriza saberes locais e contribui para um planeta mais equilibrado. A curadoria do Prêmio Vitrine do Turismo Responsável foi liderada por Aline Bispo, com o apoio das turismólogas Ana Carla Bispo e Irma Miranda. Juntas, elas avaliaram os projetos com olhar técnico e sensível, garantindo que cada iniciativa fosse reconhecida por seu impacto cultural, social e ambiental. Na próxima fase do Prêmio Vitrine do Turismo Responsável, as 15 iniciativas finalistas produzirão um vídeo pitch de até 3 minutos, mostrando imagens, histórias e
Atividade turística no estado tem recuo no primeiro semestre

Após apresentar altas taxas de crescimento no período pós-pandemia, o volume de atividade turística de Minas Gerais fechou o primeiro semestre de 2025 com queda de -1,8%. Apenas os meses de fevereiro e março tiveram desempenho positivo no ano. O cenário nacional apresenta crescimento de 6,6% no acumulado do ano. Os dados analisados pelo Núcleo Estudos Econômicos da Fecomércio MG fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE referentes a junho, que na comparação com o mês anterior, a atividade turística teve recuo de -4,2% no estado em junho enquanto a média de crescimento nacional foi de -0,9%. Quando se compara o desempenho de junho de 2025 frente a junho de 2024, houve desaceleração da atividade turística de -7,6% em Minas. Em igual período do ano passado, em relação a 2023, o crescimento do turismo no estado foi da ordem de 4,4%. No contexto nacional, houve incremento de 4,1% (foi de 4,0% em 2024). De acordo com Fernanda Gonçalves, economista da Fecomércio MG, o desempenho da atividade turística em Minas Gerais no primeiro semestre revela uma desaceleração preocupante frente ao cenário nacional. Enquanto o Brasil registra crescimento, Minas Gerais apresenta queda no acumulado do ano. “Essa diferença pode ser atribuída a concentração de resultados positivos em apenas dois meses do ano, e as altas taxas de juros (15,0% a.a) que dificultam acesso ao crédito por parte dos empresários e consumidores diminuindo o ritmo dos investimentos e do consumo”, explica Gonçalves. Nos últimos 12 meses, julho de 2024 a junho de 2025, a atividade turística tem desempenho positivo de 1,1% no estado, sendo que a média nacional é de 6,1% para o período. Sobre a Fecomércio MG A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, que abrange mais de 750 mil empresas e 54 sindicatos. Sob a presidência de Nadim Elias Donato Filho, a Fecomércio MG atua como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o governo e a sociedade. Outra importante atribuição da Fecomércio MG é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários, empresários e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado. Desde 2022, a Federação tem se destacado na agenda pública, promovendo discussões sobre a importância do setor para o desenvolvimento econômico de Minas Gerais. A Fecomércio MG trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), presidida por José Roberto Tadros, para defender os interesses do setor em âmbito municipal, estadual e federal. A Federação busca melhores condições tributárias para as empresas e celebra convenções coletivas de trabalho, além de oferecer benefícios que visam o fortalecimento do comércio. Com 86 anos de atuação, a Fecomércio MG é fundamental para transformar a vida dos cidadãos e impulsionar a economia mineira. By Fecomércio MG Foto: Divulgação
Hotéis e resorts investem em peças exclusivas para elevar a experiência do hóspede

No turismo de alto padrão e do bem-estar, enxovais com design refinado e alta performance elevam a vivência do hóspede a um novo patamar O turismo de bem-estar é uma das tendências apontadas para este ano, de acordo com o Ministério do Turismo, e deve movimentar 1,3 trilhão de dólares até o final de 2025, de acordo com o levantamento Global Wellness Institute (GWI). A palavra-chave é experiência e tem se consolidado ainda mais no segmento premium. Turistas buscam viagens que tenham como foco o autocuidado e crescimento pessoal. Isso é o que aponta o Relatório Anual de Tendências de Viagens de Luxo, desenvolvido pela ILTM Latin America em parceria com PANROTAS, que mostra ainda um crescimento de 15% no mercado de viagens de luxo nos próximos cinco anos no Brasil. A Teka, eleita a melhor fornecedora de enxoval de cama e banho de 2024, está de olho neste mercado, projetando um crescimento de 53% dos produtos da linha Luxury da marca, destinada para hotelaria de alto padrão. Os viajantes não buscam apenas acomodações sofisticadas, mas vivências capazes de marcar cada etapa da estadia. Desde a arquitetura até o serviço, passando por elementos muitas vezes invisíveis, mas decisivos, a hotelaria tem investido em proporcionar jornadas diferenciadas e personalizadas. Dessa forma, hotéis e resorts de luxo têm incluído atividades e detalhes cada vez mais focados em saúde e bem-estar, como tratamentos de spa exclusivos para momentos relaxantes, aliados a práticas como mindfulness ou de conexão com a natureza. E na experiência premium, os detalhes sobressaem, desde cheiros até a escolha de itens que abraçam e entregam conforto. Toalha mais pesada do Brasil para hotéis, resorts e spas O enxoval é um dos primeiros contatos que o hóspede tem com a experiência e é um item que faz diferença para ele, que valoriza o toque, conforto e sensação, que complementa um ritual premium de relaxamento e descanso. Um dos itens preferidos para resorts, hotéis de luxo e spas é a toalha Topázio, a mais pesada do Brasil, com 830 gr/m², da linha Profiline Luxury da Teka. “É um produto que oferece toque encorpado, ultra maciez e alta absorção, elevando o nível de conforto e sofisticação da hospedagem e que o setor hoteleiro reconhece como diferencial importante para seus hóspedes. A toalha de banho deixa de ser apenas funcional e passa a atuar como extensão da proposta de bem-estar, cuidado e diferenciação de serviço na hotelaria de alto padrão”, explica Adriano Francisco de Campos, superintendente de Vendas da linha Profiline da Teka. Além disso, a toalha Topázio tem atributos importantes e decisivos para esse setor, como a durabilidade sem perder o conforto; design elegante e acabamento refinado; alto desempenho em ambientes com alta rotatividade; alta absorção e desempenho superior no uso diário. Essas características têm conquistado redes hoteleiras, resorts e spas em diferentes regiões do país, especialmente no Nordeste e Sudeste, onde se concentram grande parte desses empreendimentos. A toalha Topázio está presente em mais de 17 redes de hotéis, resorts e spas pelo Brasil. “Projetamos um crescimento de 35% nas vendas deste produto até o fim deste ano”, completa Campos. Sobre a Teka Com 99 anos de história, a Teka é uma das maiores indústrias têxteis da América Latina, especializada na fabricação de artigos de cama, mesa e banho para casa e para o segmento hoteleiro, com Teka Profiline. Reconhecida por sua excelência em qualidade, inovação e compromisso com a sustentabilidade, a marca está presente em mais de cinco mil pontos de venda pelo país. A empresa atua com produção própria e verticalizada, nas unidades fabris em Santa Catarina e São Paulo. Com mais de dois mil colaboradores, a Teka valoriza o capital humano como parte essencial da sua trajetória. Ela é destaque em premiações do setor hoteleiro e em iniciativas sustentáveis na indústria têxtil, que reconhecem suas práticas ambientais responsáveis. By Oficina das Palavras Foto: Divulgação
FoodTech do Paraná desenvolve sistema que prevê fluxo de clientes em restaurantes

Ferramenta inédita no Brasil também prevê faturamento e pratos mais pedidos com base em inteligência artificial e pode revolucionar a forma como bares e restaurantes se preparam para vender mais e desperdiçar menos E se fosse possível saber hoje quantos clientes vão entrar no seu restaurante nas próximas quatro semanas? E se desse para antecipar os pratos que serão mais pedidos, quanto será vendido, quais ingredientes comprar e quantas pessoas escalar por turno? É justamente isso que uma nova parceria internacional promete: mudar a forma como restaurantes se organizam, e até o que vai parar no prato do cliente. De um lado, a brasileira ACOM Sistemas, referência em soluções de gestão. Do outro, a portuguesa ADECI, especialista em Inteligência Artificial aplicada à alimentação fora do lar. O encontro entre as duas empresas, durante uma missão do Sebrae e Fecomércio PR em Portugal, resultou em um piloto que une tecnologia, inteligência de dados e muita precisão. Juntas, elas estão trabalhando em uma solução que prevê, com até 99% de acerto, quantos clientes um restaurante vai receber nos próximos 31 dias, e até quais pratos serão os mais pedidos. O CEO da ACOM, Carlos R. Drechmer, explica que “a parceria entre as empresas está testando uma solução que, combinando dados históricos a variáveis externas, como clima, sazonalidade e até eventos locais, é capaz de entregar previsões com mais de 90% de precisão. Estamos falando de previsibilidade real para um dos setores mais desafiadores da economia, e a ADECI nos traz isso tudo”. Ele ainda destaca: “Entendemos, logo de cara, que a tecnologia da ADECI se encaixa como peça-chave no que já desenvolvemos com o EVEREST 3.0. A combinação é poderosa: IA aplicada à gestão em tempo real”. O piloto já está em andamento em um restaurante brasileiro, com metas ambiciosas como a de reduzir desperdícios, aumentar a eficiência operacional e oferecer aos gestores uma nova camada de inteligência. A proposta é simples e ousada: transformar o ‘achismo’ em dados confiáveis e operacionais. Para Helder Pereira, CTO da ADECI, o impacto da ferramenta vai direto ao ponto: “Saber, com dias de antecedência, quanto você vai faturar e o que será consumido. Isso muda toda a lógica de gestão. É como acender a luz em um ambiente que antes era operado no escuro”. A próxima etapa será ampliar o uso da tecnologia aos demais clientes da ACOM no Brasil, que já somam mais de 300 grupos food e dois mil CNPJs conectados ao EVEREST 3.0; levando a “super solução” para cozinhas que buscam previsibilidade, redução de custos e um salto em performance. “No setor onde margem de erro é sinônimo de prejuízo, prever virou verbo obrigatório, e a inovação, o ingrediente principal”, finaliza Drechmer. Sobre a ACOM Sistemas: https://acomsistemas.com.br/ Sobre a ADECI: https://adecigroup.com/ By Engenharia de Comunicação Foto: Freepik
Atlantica Hospitality International registra mais de 600 promoções e 2.300 vagas geradas no primeiro semestre de 2025

Empresa reforça cultura de crescimento interno e mobilidade profissional por meio do projeto A(s)cenda, iniciativa do programa ESG Aja A Atlantica Hospitality International, rede hoteleira com 197 empreendimentos e 28,5 mil quartos em todo o Brasil, encerrou o primeiro semestre de 2025 com números expressivos no fortalecimento de sua cultura de desenvolvimento de talentos. Foram mais de 2.300 novas vagas de trabalho abertas e 600 promoções internas realizadas em seus empreendimentos e no corporativo. Os resultados são impulsionados pelo projeto A(s)cenda, iniciativa do programa ESG da companhia, o Aja, que tem foco no desenvolvimento profissional e na valorização de talentos, impulsionando a inclusão, capacitação e o reconhecimento. Atualmente, a maior parte da liderança da Atlantica é formada por profissionais que construíram sua trajetória dentro da empresa. Dos 24 diretores que compõem o time executivo, 92% foram promovidos internamente, e 67% vieram da operação hoteleira. A média de tempo de casa entre esses colaboradores é de 14 anos. As histórias são diversas: 29% dos diretores iniciaram em cargos operacionais, como mensageiro ou agente de serviços; outros 29% começaram em funções administrativas; 33% atuaram como gerentes antes da promoção. Apenas 8% ingressaram na companhia já no cargo de diretor. “O A(s)cenda parte do princípio de que as pessoas são o coração do negócio. Temos investido constantemente na formação e no crescimento dos nossos profissionais, criando um ambiente em que é possível construir uma carreira sólida e de longo prazo”, explica Fernando Morais, Diretor de Gestão de Pessoas e Cultura da Atlantica Hospitality International. Iniciativas de destaque do semestre Ao longo dos seis primeiros meses do ano, a Atlantica deu continuidade a ações estruturadas de educação corporativa, feedback contínuo e fortalecimento da cultura de liderança, com foco no crescimento sustentável. Entre as principais iniciativas: Atlantica: com o lançamento de sete novos módulos voltados à área de Alimentos & Bebidas (A&B), os colaboradores receberam treinamentos estratégicos para desenvolver habilidades técnicas e gerenciais, com foco em melhorar a performance e aumentar a geração de receitas. Programa de Desenvolvimento de Liderança (PDL): em sua 5ª edição, o programa teve como tema central Feedback e Diálogo Construtivo, promovendo uma cultura de escuta ativa e aprendizado contínuo entre líderes. Formação de Business Partners (BPs): Com foco em finanças e administração de pessoal, os três workshops da Formação de Business Partners conectaram teoria, prática e propósito, alcançando índice de satisfação de 9,7/10 entre os participantes e impulsionando a performance de suas operações. Aulas Práticas: em colaboração com a Secretaria do Estado de São Paulo, 11 hotéis da rede receberam estudantes do curso de hospedagem para experiências práticas em reservas, governança, A&B e operações. Programa BEEM: mais de 40 jovens talentos foram integrados a 20 hotéis por meio de estágios supervisionados, conectando novos profissionais ao mercado da hospitalidade. Com iniciativas como essas, a Atlantica reforça sua atuação como empresa responsável e comprometida com o desenvolvimento do capital humano, fortalecendo também o setor de turismo como motor de crescimento e inovação no país. Para mais informações, acesse o Relatório de Sustentabilidade 2024. Sobre a Atlantica Hospitality International Fundada em 1998, a Atlantica Hospitality International, sediada no estado de São Paulo, conta hoje com um portfólio com 197 empreendimentos, que agregam a oferta de 28.518 quartos, em 76 cidades no Brasil. Possui mais de 6.500 colaboradores capacitados para atender da melhor forma seus investidores e hóspedes, por meio da transparência e da alta qualidade. Detém alianças exclusivas com três das maiores redes hoteleiras do mundo – Choice Hotels (dona das marcas Sleep Inn, Comfort, Comfort Suites, Quality, Clarion, Radisson, Radisson BLU, Radisson Collection, Radisson RED, Park Plaza, Park Inn by Radisson e Country Inn & Suites by Radisson), Hilton (bandeiras Hilton Garden Inn, Motto by Hilton e DoubleTree by Hilton) e Wyndham (Wyndham, Ramada Hotel & Suites, Ramada e Ramada Encore) -, além de contar com a família de marcas próprias Transamerica Hotels (Transamerica Fit, Transamerica Executive, Transamerica, e Transamerica Collection, Go Inn Transamerica e Esuites Transamerica) e a chancela by Atlantica. Os empreendimentos de hotelaria da companhia seguem padrões internacionais de excelência, com infraestrutura completa, acomodações modernas e bem equipadas, e serviços cortesia, como conexão para internet wireless e café da manhã. Pioneira no Brasil entre as administradoras de hotel, a Atlantica faz a gestão de locações de residenciais com serviços e locação flexível dentro da sua vertical Roomo e Radisson Serviced Apartments. E em uma terceira área de atuação, a empresa administra empreendimentos de Multipropriedade, modalidade praticada principalmente em destinos de lazer, com conceito de segunda moradia ou casa de temporada. By Weber Shandwick Foto: Freepik
61% dos viajantes corporativos escolhem hotéis em vez de aluguéis por temporada

Com regulamentações mais rígidas e críticas crescentes ao Airbnb, hotéis voltam a ser a escolha predominante no mercado corporativo O endurecimento das restrições ao aluguel de curto prazo em várias cidades pode abrir novas oportunidades para o setor hoteleiro tradicional, especialmente no segmento de viagens corporativas. Segundo a Global Business Travel Association, os gastos globais com viagens de negócios devem atingir US$ 1,64 trilhão em 2025, superando os US$ 1,48 trilhão de 2024. A projeção para 2026 é de aproximadamente US$ 1,62 trilhão, de acordo com estimativas da GBTA, Navan, Deloitte e GlobalData. Nos últimos anos, plataformas como o Airbnb revolucionaram a indústria de viagens, influenciando preços, turismo, hospitalidade e infraestrutura nos principais destinos. Essa modalidade de hospedagem transformou hábitos e experiências de viajantes, mas também trouxe impactos negativos para a vida urbana. O crescimento das locações de curto prazo tem contribuído para a escassez de moradias e a elevação dos preços em cidades como Barcelona, Berlim e Nova York, gerando tensões entre moradores, turistas e autoridades locais. Para conter os efeitos do avanço dos aluguéis de curta duração, diversas cidades têm implementado restrições e novas regras, medidas que vêm gerando controvérsias entre moradores, proprietários e investidores. O impacto já aparece no mercado: as ações do Airbnb recuaram mais de 6% após a última teleconferência de resultados, acumulando queda superior a 7% desde a divulgação do balanço. Nesse cenário, hotéis vêm se reposicionando estrategicamente, ressaltando diferenciais que contrastam com as fragilidades das hospedagens alternativas, frequentemente associadas a riscos, falta de padronização e instabilidade. Apesar de o aluguel por temporada ainda atrair investidores, o modelo apresenta desafios como alta carga operacional, barreiras legais e renda incerta. O cenário atual abre espaço para que hotéis atraiam nômades digitais e turistas corporativos em busca de estabilidade e infraestrutura profissional. Muitos já evitam aluguéis por temporada pela imprevisibilidade e demonstram preferência por hotéis em estadias longas. De acordo com pesquisa da Morning Consult, 61% dos viajantes corporativos escolhem hotéis em vez de aluguéis quando a permanência ultrapassa sete dias. Segundo a Advantage Travel Partnership, as viagens de negócios também estão se tornando mais longas e com maior “propósito”, permitindo que os viajantes aproveitem melhor a experiência. Entre as comodidades que mais atraem esse público estão bar (51%), academia (51%), piscina (48%) e serviços de relaxamento (46%). Além disso, a tendência bleisure, que combina negócios (business) e lazer (leisure) em uma mesma viagem, segue em expansão. Nesse ponto, os hotéis oferecem vantagens consolidadas: segurança, limpeza, atendimento 24 horas e um leque diversificado de opções de lazer, que vão de piscinas e spas a atividades esportivas e experiências locais. Se antes o Airbnb se destacava por oferecer uma certa “autenticidade”, agora os hotéis também passaram a investir em experiências mais locais e personalizadas para atrair os hóspedes. Um exemplo é a Hyatt Inclusive Collection, a linha de resorts all-inclusive da Hyatt que, além de receber tradicionalmente famílias em férias, vem conquistando cada vez mais viajantes a trabalho e nômades digitais. “Nos resorts da nossa linha, passamos a investir em experiências locais, firmando parcerias com pequenos negócios e valorizando a gastronomia regional, sem abrir mão da tecnologia, com soluções como check-in digital e serviços personalizados”, explica Antonio Fungairino, Head de Desenvolvimento das Américas da Hyatt Inclusive Collection. A hiperconectividade também se tornou um ponto crucial para os viajantes corporativos. Embora as hospedagens por temporada geralmente ofereçam uma boa rede de Wi-Fi, não é incomum enfrentarem imprevistos que comprometem a conexão, como apagões. Já o setor hoteleiro costuma contar com geradores e, em alguns casos, oferece recursos adicionais pensando nesse público, como power banks e outras facilidades para garantir a continuidade do trabalho. Outro diferencial é a adoção cada vez mais ampla de ferramentas digitais e baseadas em IA, que permitem otimizar gastos e dar suporte em tempo real às viagens. Reservas móveis integradas, pagamentos digitais e gerenciamento automatizado de despesas já são considerados essenciais, sobretudo quando uma empresa precisa organizar a hospedagem de grupos maiores de viajantes. As reservas para estadias prolongadas têm crescido à medida que mais profissionais combinam negócios e lazer, com a duração média das viagens aumentando 10% desde 2023. Nesse cenário, os hotéis podem se beneficiar ao investir nesse modelo, muitas vezes com gestão terceirizada por operadores especializados, o que o torna mais prático e rentável. As hospedagens de longa permanência oferecem vantagens como ocupação mais estável e fluxo de caixa previsível. Além disso, a operação de múltiplas unidades permite ganhos de escala e maior lucratividade. Investir em diferentes propriedades nesse segmento também ajuda a diluir riscos e enfrentar possíveis instabilidades do mercado. De olho nesse movimento, algumas redes já lançaram marcas específicas voltadas para estadias prolongadas, apostando em maior resiliência e rentabilidade no médio e longo prazo. By Sherlock Comunnication Foto: Divulgação
Desempenho da hotelaria paulista no mês de julho mostra retração na Taxa de Ocupação e no RevPar

Na edição 61 – julho/25, a pesquisa realizada pela ABIH-SP apurou queda de -5,83% na TO e de -4,47% no RevPar, na comparação com junho/25. Na edição 61 – julho/25, a pesquisa realizada pela ABIH-SP apurou queda de –5,83% na TO e de –4,47% no RevPar, na comparação com junho/25. Já a DM cresceu 1,44%. Foi o segundo mês consecutivo de retração na TO e RevPar. Confira Mês de férias de inverno, notou-se tendência de alta em MRTs com esta característica. Circuito das Águas e Vale do Paraíba – Serras ratificaram este movimento, ainda que um pouco abaixo da expectativa apurada na sondagem. Houve resposta de 13 MRTs – o mesmo número do mês anterior. Duas MRTS não forneceram informações – Noroeste Paulista e Planalto Paulista novamente se abstiveram. Nove MRTs apresentaram queda na TO, com impacto direto na retração deste indicador. Já em relação à DM, apenas quatro MRTs registraram queda, com um reflexo de ligeira melhora. E o RevPar recuou em apenas quatro MRTs. Assim como junho/25, o mês de julho não apresentou bons resultados. Alta Mogiana, Capital Expandida, Capital Paulista, Vale do Ribeira e Litoral Paulista ficaram muito aquém das expectativas para o mês, com retração expressiva na Taxa de Ocupação. Destaque positivo para Capital Expandida, Vale do Rio Grande e Terra do Sol, com boas TOs. A MRT Vale do Paraíba – Serras apresentou bons indicadores, mas um pouco abaixo da expectativa. Por abrigar o principal destino do Estado (Campos do Jordão), a tendência seria de indicadores melhores. Na DM, Alta Mogiana, Capital Paulista, Capital Expandida e Vale do Ribeira apresentaram queda neste indicador. Destaque positivo para Circuito das Águas e Litorais (Norte e Paulista), com boas DMs. Por fim, o indicador mais impactado foi o RevPar, com forte retração nas MRTs Capital Expandida, Capital Paulista, Alta Mogiana e Vale do Ribeira. Destaques positivos: Circuito das Águas, Litoral Norte e Vale do Rio Grande. Tendência de agosto é a retomada da demanda Corporativa e o início da baixa temporada do Lazer. Sem perspectivas de feriados prolongados, a tendência do Lazer, nos próximos meses, é de média ocupação. Na análise da relação funcionários X Uhs, em Julho/25 o índice ficou em 0,53, com aumento de 1,92% em relação a Junho/25. Isso pode ter ocorrido por conta da MO temporária que o Lazer contrata no mês de férias. Na comparação com julho/20 (início da série), a queda acumulada oscilou para 0,07 pontos (–11,66%), depois de atingir o mesmo índice do início do estudo no 33º mês. Continua o desafio de contratação de mão-de-obra qualificada. Nesta edição, ABIH-SP apresenta também os indicadores de categoria (Econômico, Midscale e Upscale) e de posicionamento principal do hotel (Corporativo, Lazer e Ambas Opções). Altas e baixas para os dois indicadores, de acordo com as respostas tabuladas. Estas informações são relevantes para análise do desempenho dos hotéis por categoria e atividade principal. Quanto aos indicadores de relação despesas X receita, os resultados apresentaram mais uma alta, após vários meses de queda e estabilidade. Neste mês, o indicador chegou a 68,31% da receita, com mais um aumento de +1,57% em relação a junho/25. Apesar disso, a variação, de jan/25 a jun/25 é de -0,69%, mantendo-se praticamente estável, mesmo com oscilação. Neste mês, a rentabilidade bruta média estimada foi de 31,69% –retração. Neste fechamento, também se repete o gráfico da média anual das despesas, na comparação de 2024 e 2025, para uma melhor referência. Observou-se, também, a maior apuração de propriedades que declararam despesas acima dos 90% (14,86% das respostas), chegando algumas a declarar muito acima dos 100% – índice bastante alarmante. ABIH-SP, nesta edição, repetiu os resultados auferidos quanto ao acesso ao Portal do Hoteleiro. Perguntou aos associados se já acessaram o portal e quais editorias são mais relevantes para o negócio. No início do levantamento, 41,27% declararam já ter acessado, passando para 63,75% neste mês. Os que não acessaram, no início, eram 38,10%. Em julho, apenas 20,00% ainda não haviam acessado o PH e 16,25% têm a intenção de fazê-lo. Quanto à relevância das editorias, praticamente todas apresentaram peso significativo. No início, eram poucas com maior relevância. Mas, na medida em que o portal é acessado, a tendência é de o leitor entender melhor a relevância de cada editoria. Nesta Edição, a ABIH-SP fez uma pergunta específica sobre o interesse dos hotéis no Retrofit Tecnológico. E se os mesmos acharam a página informativa completa e optaram por preencher o formulário de participação/interesse no tema. Eram 7,69% em junho/25 que aderiram de imediato ao formulário e em julho, passou para 13,16%. Outros 53,85% manifestaram intenção de participação em junho/25, e neste mês, 47,37%. Já em junho/25, 38,46% entenderam que as informações são insuficientes e não manifestaram a intenção de participação. Neste mês, 39,47%. ABIH-SP novamente agradece a todos os colaboradores desta pesquisa e destaca a importância de fornecer respostas. Uma menção especial de agradecimento aos hotéis de Guarujá, com ótima adesão e retorno à pesquisa. A ABIH-SP reforça que, além de os dados serem totalmente sigilosos e protegidos por lei, somente com uma boa amostragem é possível um resultado mais preciso. O núcleo de pesquisa reitera a colaboração dos membros diretores da ABIH-SP, observando a colaboração direta e na divulgação da mesma a sua rede de contatos Resultado consolidado do Estado – Taxa de Ocupação Julho/25: 56,55% ou –5,83% em relação a junho/25. Acumulado do ano: 58,31%. Resultado consolidado do Estado – Diária Média DM de julho/25: R$ 491,41. Acumulado do ano: R$ 497,89. Variação em relação a junho: + 1,44%. Resultado consolidado do Estado – RevPar RevPar de julho/25: R$ 277,89. Acumulado do ano: R$ 290,05. Variação em relação a junho: –4,47%. Indicadores por Categoria de Hotéis Declararam Econômico: 47,12%. Upscale: 14,42%. E Midscale: 38,46%. Indicadores por Atividade Principal Declarada dos Hotéis Declararam Corporativo 50,00%. Ambos: 32,50%. E Lazer: 17,50%. Aqui, acesso à íntegra da pesquisa. ABIH-SP é presidida por Marcos Vilas Boas. O desenvolvimento do projeto da presente pesquisa e a edição do conteúdo são de Roberto Gracioso, que integra o Conselho Fiscal da entidade. A gerente operacional
ABIH-SP destaca Programa Retrofit Tecnológico como caminho para modernizar a hotelaria paulista

Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de São Paulo (ABIH-SP) reforça a importância do Programa Retrofit Tecnológico de Hotéis, Durante o Encontro Regional, realizado ontem (19/08/2025), no Royal Palm Plaza Resort Campinas, em parceria com o Visite Campinas Convention Bureau, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de São Paulo (ABIH-SP) reforçou a importância do Programa Retrofit Tecnológico de Hotéis, iniciativa que tem orientado empreendimentos na atualização de suas infraestruturas digitais e operacionais, com destaque para soluções de conectividade e eficiência energética. De acordo com o consultor Renato Pardo, especialista do programa, a conectividade deixou de ser diferencial para se tornar insumo básico da hotelaria: “Hoje, Wi-Fi estável e seguro é tão essencial quanto água ou energia elétrica. Sem essa estrutura, o hotel compromete a experiência do hóspede e sua competitividade”. O Retrofit Tecnológico, promovido pela ABIH-SP, orienta hotéis a identificar gargalos – seja no cabeamento, na contratação de links ou no uso de equipamentos obsoletos – e adotar práticas que preservam investimentos. Uma das recomendações centrais é evitar contratos de comodato que prendam o hoteleiro a fornecedores, garantindo que a infraestrutura modernizada seja patrimônio do empreendimento. Além da conectividade, o programa abrange soluções como o Guest Facilities, plataforma digital que integra concierge, cardápio interativo, extrato de conta e suporte automatizado de Wi-Fi, capaz de reduzir em mais de 65% as demandas de suporte. “O Retrofit Tecnológico não é apenas modernizar equipamentos. É um movimento estratégico para elevar diária média, fidelizar hóspedes e reduzir custos com maior eficiência operacional”, acrescenta Pardo. Com o programa, a ABIH-SP reafirma sua missão de apoiar hoteleiros na tomada de decisões assertivas, garantindo mais competitividade em um mercado cada vez mais exigente. Sobre a ABIH-SP Fundada em 1937, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de São Paulo é a mais antiga entidade de classe do setor no Brasil. Representa hotéis de diferentes categorias, redes e empreendimentos independentes, oferecendo apoio em gestão, representatividade institucional e capacitação profissional. 📌 Mais informações sobre o Programa Retrofit Tecnológico de Hotéis: www.portaldohoteleiro.com.br By Agência Amigo! Foto: Luiz Henrique Arruda Miranda – Agência Amigo